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Produtos |
A Influência da Composição Química na Resistência à Corrosão
Ni: Efetivo quanto à repassivação (regeneração da camada passivadora) especialmente em meios redutores e ácidos minerais. Estabilizador da Austenita (amplia campo austenítico). Em liga Cr-Ni, os efeitos opostos de ambos são combinados para produzir ligas com uma extensa faixa de estruturas e propriedades. Mn: em quantidades moderadas confere à liga os mesmos efeitos do Ni, no entanto, a troca de Ni por Mn não é prática. O Mn combina com o S (enxofre) para formar sulfetos de manganês (melhorar plasticidade a quente). Mo: em combinação com o Cr, é efetivo na estabilização da camada passivadora na presença de cloretos, aumentando a resistência da liga à corrosão por frestas e pites. Estabilizador da Ferrita. Nos aços martensíticos, combina com carbono e reduz a temperabilidade, necessitando o uso de temperaturas de austenitização mais elevadas. Aumenta a resistência a quente de aços austeníticos. C: elemento que confere a temperabilidade por tratamento térmico dos aços martensíticos, além de promover resistência mecânica em aplicações a altas temperaturas. Em outras aplicações, o C é prejudicial à resistência à corrosão devido a sua reação com o cromo. Nos aços ferríticos, o aumento do teor de C causa queda da tenacidade. N: aumenta resistência mecânica e a resistência à corrosão por pites nos aços austeníticos. Porém, o N prejudica as propriedades mecânicas dos aços ferríticos. Tem efeito similar ao carbono, estabilizador da austenita, utilizado para manter a estrutura austenítica em aços nos quais o teor de níquel é reduzido por razões de custo. |
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