Produtos
CHAPAS E BOBINAS
     Bobinas
     Chapas
     Chapas Grossas
     Fitas/Tiras
     Blanques
     Telhas
     Acabamentos
BARRAS
     Redondas
     Quadradas
     Sextavadas
     Retangulares
     Cantoneiras
     Perfis
TUBOS
     Redondos
     Retangulares
     Quadrados
     Escovados/Polidos

 

A Influência da Composição Química na Resistência à Corrosão


 Cr: é o elemento essencial na formação da camada passivadora. Outros  elementos podem melhorar a efetividade do Cr na formação e manutenção da  camada, porém, nenhum pode substituí-lo. É o estabilizador da Ferrita (restringe  o  campo austenítico). A baixas temperaturas (inferiores a 820ºC), nas ligas com %Cr  entre 25 e 65% pode ocorrer a formação da conhecida fase Sigma. Sua presença  em ferritas ricas em Cr, é acompanhada por endurecimento e extrema fragilização  das ligas, e pode ser precipitada através da manutenção do material por períodos  longos na faixa de temperatura entre 600 e 850ºC.

 Ni: Efetivo quanto à repassivação (regeneração da camada passivadora)  especialmente em meios redutores e ácidos minerais. Estabilizador da Austenita  (amplia campo austenítico). Em liga Cr-Ni, os efeitos opostos de ambos são  combinados para produzir ligas com uma extensa faixa de estruturas e  propriedades.

 Mn: em quantidades moderadas confere à liga os mesmos efeitos do Ni, no  entanto, a troca de Ni por Mn não é prática. O Mn combina com o S (enxofre)  para formar sulfetos de manganês (melhorar plasticidade a quente).

 Mo: em combinação com o Cr, é efetivo na estabilização da camada passivadora  na presença de cloretos, aumentando a resistência da liga à corrosão por frestas  e pites. Estabilizador da Ferrita. Nos aços martensíticos, combina com carbono e  reduz a temperabilidade, necessitando o uso de temperaturas de austenitização  mais elevadas. Aumenta a resistência a quente de aços austeníticos.

 C: elemento que confere a temperabilidade por tratamento térmico dos aços  martensíticos, além de promover resistência mecânica em aplicações a altas  temperaturas. Em outras aplicações, o C é prejudicial à resistência à corrosão  devido a sua reação com o cromo. Nos aços ferríticos, o aumento do teor de C  causa queda da tenacidade.

 N: aumenta resistência mecânica e a resistência à corrosão por pites nos aços  austeníticos. Porém, o N prejudica as propriedades mecânicas dos aços ferríticos.  Tem efeito similar ao carbono, estabilizador da austenita, utilizado para manter a  estrutura austenítica em aços nos quais o teor de níquel é reduzido por razões de  custo.

Voltar

Jati-Serviços Com. e Imp. de Aços Ltda, 2003. Todos os direitos reservados.